terça-feira, 12 de abril de 2011

Escola pública do interior foi uma das que mais aprovou no vestibular UFRN 2011



A cidade de São João do Sabugi ainda colhe os frutos da administração do ex-prefeito Elísio Galvão (DEM). Depois de alcançar o primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), entre os municípios do Rio Grande do Norte, São João foi agraciada com mais uma conquista: a Escola Estadual Senador José Bernardo (EESJB), dirigida pelo ex-vice-prefeito Bira Nóbrega (PSB), conquistou o segundo lugar em aprovação do vestibular da UFRN entre as escolas públicas e o primeiro entre as estaduais, tendo um aproveitamento de 29,1%.

Os resultados alcançados foram fruto de muito trabalho. Durante os anos de 2005 a 2008, Elísio conseguiu com a então governadora Wilma de Faria (PSB) a realização de uma vasta reforma na EESJB. As salas de aula foram ampliadas; o colégio foi informatizado, ganhando uma nova biblioteca com quase 2 mil novos livros e com acesso a internet para os alunos; a quadra de esportes foi coberta; e os professores foram valorizados.

A valorização da educação sabujiense foi uma das principais marcas da gestão de Elísio. Durante sua administração, O Ideb da cidade subiu de 2.2 para 4.2, conquistando o primeiro lugar no Estado; o município recebeu o prêmio nacional de excelência em merenda escolar, como terceiro melhor gestor no Nordeste; e agora, devido ao trabalho desenvolvido durante a gestão passada, São João marcou essa excelente média de aprovação no vestibular da UFRN.

“Nós investimos bastante na educação do município e fomos buscar investimentos estaduais, mas nada disso seria válido se não tivéssemos professores tão dedicados e comprometidos com o nosso município, assim como alunos que nos orgulham. Professores e estudantes sabujienses estão de parabéns”, declarou Elísio Galvão.

Fonte: Robson Pires

1 comentários:

Anônimo disse...

Impactos dos projetos de irrigação na Chapada do Apodi

O projeto de irrigação aplicado à região do Baixo Jaguaribe, conta com um forte aparato do Estado que desapropria, retira parte da população, desmata e constrói infra-estrutura (como canais, estradas e portos) para escoamento dos produtos para exportação.
As empresas estrangeiras passaram a utilizar essas áreas adotando o modelo agrícola constituído de ciência e tecnologias que estão pondo em risco os recursos ambientais essenciais à qualidade de vida.

Os efeitos produzidos pelo desenvolvimento da indústria agroquímica, em geral, e dos agrotóxicos, em particular, tem modificado a estrutura fundiária e produtiva do campo, a relação produção-ambiente e as relações sociais. É o que chamamos de recolonização. É nova fase da expansão e exploração do nosso território com a instalação de grandes empresas no espaço agora organizado para o capital agrícola internacional.

As empresas de fruticultura

O circuito produtivo da fruticultura irrigada implantada e comandada por empresas do agronegócio na região da Chapada do Apodi nos últimos anos ocasionou de forma forçada, um processo de internacionalização dos espaços de produção nesta região por parte das empresas em busca de vantagens comparativas como o clima apropriado ao cultivo, disponibilidade de recursos naturais como solo e água, com mecanização e o emprego de alta tecnologia bem como a disponibilidade de terras com infra-estrutura para irrigação direcionada principalmente para o agronegócio; a mão-de-obra disponível, tanto qualificada como não-qualificada, e a baixo custo.

A Chapada passa a fazer parte de um mercado mundial avaliado em mais de US$ 1 bilhão de dólares por ano. Esse é o lucro liquido do agronegócio da fruta. Esse lucro exorbitante tem um preço e um custo social e ambiental muito caro e insustentável.

Veja os custos sociais dos projeto de irrigação defendidos pelo agronegócio

- A privatização dos perímetros públicos
- Aumento da desigualdade social na região
- Contaminação ambiental do solo e da água e da saúde da população atingida
- Reorganização do trabalho produtivo
- Exposição permanente aos agrotóxicos
- Condições precárias de trabalho
- Mão de obra assalariada barata
- Expulsão de comunidades camponesas como a exemplo da comunidade conhecida como Km 69
- A transformação de pequenos agricultores expulsos de suas terras e transformados em operários da agroindústria e moradores das periferias das cidades
- Concentração de terras e utilização de terras públicas.
- Mortalidade por câncer no Vale do Jaguaribe que está bem acima da média mundial. Umas das causas é a utilização, manejo e consumo de venenos nas plantações e nos alimentos consumidos pela população.
- Casos de morte por intoxicação - como foi o caso do agricultor José Valderi Rodrigues que após perder parte da perna direita por uma infecção que, segundo os médicos que amputaram o membro, teria sido causada por uma substância contida nos agrotóxicos que ele jogava na plantação. Três anos depois, o agricultor morreu em decorrência da intoxicação.
- Assassinato de liderança camponesa, o ambientalista Zé Maria do Tomé.

Blog Widget by LinkWithin